Ensino Remoto Emergencial: Ser ou Não Ser, Eis a Questão?
Synopsis
O Ensino Remoto Emergencial (ERE), implementado no Brasil durante a pandemia de Covid-19, recebeu várias denominações, nem todas adequadas. Com o objetivo de encontrar a mais apropriada, realizamos uma pesquisa exploratória, buscando levantar quais designações eram utilizadas pelos pesquisadores da área, e uma revisão bibliográfica e documental, de caráter conceitual sobre essas denominações, a fim de determinar a adequação ou não de cada uma. O levantamento sobre as denominações mais utilizadas foi realizado no Portal de Periódicos da CAPES e na Scielo, e citamos as mais recorrentes na seguinte ordem: modalidade, modelo e estratégia de ensino. A revisão bibliográfica, com base em autores que abordam a definição desses termos, nos auxiliou a compor conceituações sobre eles e puderam nos dizer como o ERE poderia ou não ser considerado. A pesquisa documental foi realizada para a conceituação do termo modalidade de ensino. Ao final, concluímos que “estratégia de ensino” é a denominação mais adequada para o ERE. Neste resumo expandido, derivado de um capítulo da primeira coletânea do NEAME (Tebaldi; Lemes, 2024), de mesmo título, que compõe parte da fundamentação teórica da tese de doutorado de Tebaldi (2022), apresentaremos o relato da construção dessa pesquisa.


